São Paulo é o primeiro tricampeão brasileiro da Libertadores da América
Estou radiante. Nós somos os melhores mesmo, e ninguém tasca!
Sempre fui o tipo de pessoa que pensa muito sobre a vida. Desde que me conheço por gente, sempre pensei muito. Talvez tenha a ver com meu signo Libra, temperado pelo também aéreo ascendente Aquário. Sempre utilizei minha imaginação fértil para criar historinhas e já me dei ao luxo de viver em um mundinho particular na adolescência.
O fato é que ultimamente tenho pensado demais mesmo, só que num escapismo que muito me é conhecido. Eu penso para fugir da realidade. Lógico, estou trabalhando bastante, tenho bastante confiança no que ando fazendo, acho que vai dar certo.
Mas o resto da minha vida não está bolinho, e eu optei por este velho conhecido. Acho que a alienação às vezes é um grande remédio para combater algumas agruras. Afinal, a vida não pode ser feita apenas de difíceis confrontos entre você e seus problemas. Você precisa se dar férias deles, se não consegue resolvê-los da maneira que se queria, ou na urgência necessária.
Estou escapando agora, com meu trabalho, e vivendo um pouco no meu mundinho. Não sei até quando, mas isso tem sido absolutamente necessário pra que eu mantenha, vejam só, a sanidade.
E eu estou muito bem (in)sana.
PF prende proprietária da loja de luxo Daslu
Será que finalmente haverá um pouco de decência das autoridades e pessoas como essa senhora, que não paga os impostos devidos e certamente usa de seus "altos contatos" na high-society para manter sua lojinha funcionando, terão que cumprir suas obrigações fiscais como qualquer outro mortal?
Hoje começa uma reforma lá na minha casa. Meus pais resolveram reformar a casa, que não vê uma mudança desde 1986.
Embora seja algo gostoso promover mudanças, não posso deixar de me sentir um tanto quanto deslocada nessa história toda. Afinal, era pra eu estar morando no meu próprio lugar, mas os reveses da vida acabaram não permitindo que isso acontecesse ainda. Eu estou me cobrando muito ultimamente por causa disso, sentindo que perdi o trem do tempo, uma melancolia que seria mais aceitável numa adolescente ou então numa mulher ao final da vida.
Isso tem que mudar. Sei, já não sou tão jovem quanto era, por exemplo, em 1987, ano em que assisti pela primeira vez o filme "Clube dos Cinco" - que neste final de semana revi pela enésima vez. Mas eu ainda tenho tempo.
Esse furor nostálgico que venho sentindo tem que acabar, ou então tomar seu lugar propício dentro de mim. Existe uma chance agora de recomeçar tudo de novo, um pouco mais sábia, com a pele marcada pelas intensas e nem tão agradáveis experiências que vivi nos últimos anos, mas mais viva do que nunca.
Que a reforma na casa se estenda para alguns aspectos da minha vida que preciso mudar.
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